|
PRESIDENTE DA ANBENE PARTICIPA DE REUNIÃO COM A PROCURADORA DA FAZENDA NACIONAL DRA. IEDA APARECIDA DE MOURA CAGNI.
A
EMINENTE PROCURADORA IEDA APARECIDA, MANIFESTOU SUA PREOCUPAÇÃO E O SEU
TOTAL APOIO PARA A SOLUÇÃO DA QUESTÃO DOS ANISTIADOS, EM ESPECIAL DOS
ANISTIADOS LOTADOS NA PROCURADORIA DA FAZENDA NACIONAL DO MINISTÉRIO DA
FAZENDA.
O
PRESIDENTE DA ANBENE CONSIDERA EXTREMAMENTE IMPORTANTE O APOIO DE
AUTORIDADES QUE CONSEGUEM DE FATO COMPREENDER DA TAMANHA
NECESSIDADE DE UMA SOLUÇÃO JUSTA E POSITIVA PARA TODOS OS ANISTIADOS NO
TERRITÓRIO NACIONAL.
SE FIZERAM PRESENTES O ADVOGADO MAX ROBERT DO JURÍDICO DA ANBENE E COMPANHEIROS ANISTIADOS DA FAZENDA NACIONAL.
A DIRETORIA EXECUTIVA
|
"Por primeiro, há de se ter em conta que uma Lei de Anistia como a ora analisada tem POR NATUREZA a REPARAÇÃODE UMA INJUSTIÇA e não a concessão de uma graça ou perdão. Ou seja, NÃO SE TRATA de uma boa vontade ou de UM FAVOR feito pelo Estado, mas sim do RECONHECIMENTO DE UM ERRO, DE UMA INJUSTIÇA PRATICADA."
Dr. José Dias Tofolli
Atual MINISTRO DO STF
Em despacho sobre o parecer da AGU
ANISTIA
DEFERIMENTO DE Luís Ricardo Sousa Guterres - MPA
Diário Oficial da União
Publicado em: 09/04/2026 | Edição: 67 | Seção: 2 | Página: 43
Órgão: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos/Gabinete da Ministra
PORTARIA GM/MGI Nº 3.061, DE 8 DE ABRIL DE 2026
A MINISTRA DE ESTADO DA GESTÃO E DA INOVAÇÃO EM SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo inciso II do art. 1º do Anexo I ao Decreto nº 12.102, de 8 de julho de 2024, em conformidade com o disposto na Lei nº 8.878, de 11 de maio de 1994, no Decreto nº 6.077, de 10 de abril de 2007, no Decreto nº 9.261, de 8 de janeiro de 2018, em cumprimento a decisão judicial nº nº 1083731-51.2024.4.01.3400 e com o que consta do Processo Administrativo nº 90849.006164/2025-28, resolve:
Art. 1º Deferir o retorno ao serviço de Luís Ricardo Sousa Guterres, em cumprimento a decisão judicial, com fundamento na Lei nº 8.878, de 11 de maio de 1994, no Ministério de Portos e Aeroportos, sob o regime celetista.
Art. 2º Cabe ao Ministério de Portos e Aeroportos notificar o empregado anistiado para, no prazo de trinta dias, apresentar-se ao serviço.
Parágrafo único. O não comparecimento do empregado anistiado no prazo mencionado no caput implicará renúncia ao direito de retornar ao serviço.
Art. 3º Os efeitos financeiros do retorno ao serviço dar-se-ão a partir da data de efetivo exercício.
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.
ESTHER DWECK