"Por primeiro, há de se ter em conta que uma Lei de Anistia como a ora analisada tem POR NATUREZA a REPARAÇÃODE UMA INJUSTIÇA e não a concessão de uma graça ou perdão. Ou seja, NÃO SE TRATA de uma boa vontade ou de UM FAVOR feito pelo Estado, mas sim do RECONHECIMENTO DE UM ERRO, DE UMA INJUSTIÇA PRATICADA."
Dr. José Dias Tofolli

Atual MINISTRO DO STF
Em despacho sobre o parecer da AGU

Pedido de ajuda

Pedido de ajuda
Quem puder contribuir com alguma ajuda, por favor deposite nesta conta. Companheiro foi perseguido e demitido do SERPRO. Está em situação muito dificil, em depressão! Para transferência, me perguntem, pelo zap o CPF:

ANISTIA

A LUTA PELA ANISTIA, NUNCA ACABA!

Poratarias de DEFERIMENTO e EXERCICIO

COLABORAÇÃO DE MARCIO (PORTOBRÁS)

PORTARIA SEDGG/ME Nº 23.756, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2020O SECRETÁRIO ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso V do art. 21 da Portaria GM/ME nº 40, de 30 de janeiro de 2020, com redação dada pela portaria nº 166, de 22 de abril de 2020, em conformidade com o disposto na Lei nº8.878, de 11 de maio de 1994, no Decreto nº 6.077, de 10 de abril de 2007, no Decreto nº 9.261, de 8 de janeiro de 2018, e com o que consta do Processo Administrativo nº00745.002463/2019-11, resolve:

Art. 1º Deferir o retorno ao serviço de Waldir Carlos Alarcão, anistiado com fundamento na Lei nº 8.878, de 11 de maio de 1994, sob o regime celetista, no Ministério da Economia.

Art. 2º Cabe ao Ministério da Economia notificar, no prazo de trinta dias, o empregado anistiado para se apresentar ao serviço.

Art. 3º O empregado anistiado deverá se apresentar ao Ministério da Economia,no prazo de trinta dias, contados da notificação a que se refere o artigo anterior.

Parágrafo único. O não comparecimento do empregado anistiado no prazo mencionado no caput implicará renúncia ao direito de retornar ao serviço.

Art. 4º Os efeitos financeiros do retorno ao serviço dar-se-ão a partir do efetivo exercício do empregado.Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.
CAIO PAES DE ANDRADE


PORTARIA SEDGG/ME Nº 23.757, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2020O SECRETÁRIO ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA, no uso da competência que lhe foi delegada pelo inciso V do art. 21 da Portaria GM/ME nº 40, de 30 de janeiro de 2020, com redação dada pela portaria nº 166, de 22 de abril de 2020, em conformidade com o disposto na Lei nº8.878, de 11 de maio de 1994, no Decreto nº 6.077, de 10 de abril de 2007, no Decreto nº 9.261, de 8 de janeiro de 2018, e com o que consta do Processo Administrativo nº00745.002463/2019-11, resolve:

Art. 1º Deferir o retorno ao serviço de Sérgio Luiz Leite de Oliveira, anistiado com fundamento na Lei nº 8.878, de 11 de maio de 1994, sob o regime celetista, no Ministério da Economia.

Art. 2º Cabe ao Ministério da Economia notificar, no prazo de trinta dias, o empregado anistiado para se apresentar ao serviço.

Art. 3º O empregado anistiado deverá se apresentar ao Ministério da Economia,no prazo de trinta dias, contados da notificação a que se refere o artigo anterior.

Parágrafo único. O não comparecimento do empregado anistiado no prazo mencionado no caput implicará renúncia ao direito de retornar ao serviço.

Art. 4º Após o retorno do anistiado, seu exercício se dará no Ministério da Infraestrutura, de acordo com o caput do art. 5º do Decreto nº 6.077, de 10 de abril de2007, e o caput do art. 7º do Decreto nº 9.261, de 8 de janeiro de 2018.

Art. 5º Os efeitos financeiros do retorno ao serviço dar-se-ão a partir da data de efetivo exercício do empregado.

Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

CAIO PAES DE ANDRADE

8 de nov. de 2020

Companheiro precisa de ajuda! URGENTE!

Como vocês estão vendo aqui no blog, coloquei uma conta da Caixa Econômica, solicitando ajuda para um companheiro anistiado que foi covardemente demitido do SERPRO.

Companheiro Francisco, estava na AGU. Com a mudança da política de governo(?) o devolveram ao SERPRO.

O Companheiro não conseguiu encontrar em 30 dias (prazo dado pelo SERPRO) um outro local pra trabalhar.

Entrou em depressão. Está vivendo de favor no interior de São Paulo, com risco de ter que viver na rua.

Estou solicitando a solidariedade daqueles que continuaram a trabalhar, e que ainda não foram demitidos.

Francisco precisa de forças para sair desse depressão, e nós, temos que lhe ajudar, na minha modesta opinião.

Os números da conta estão aqui acima. 

 

Por favor, lhe ajudem!