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12 de abr de 2018

Casa da Moeda demite 212 funcionários alegando que é para reduzir custos


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E lá vamos nós, novamente, à luta contra as privatizações e demissões covardes. Já vimos esse filme E NÓS VENCEMOS NO FINAL! Toda a solidariedade aos nossos companheiros moedeiros. Não vamos esmorecer. 
O golpe está em curso. Estão destruindo todas as empresas brasileiras para que as estrangeiras entrem aqui. A Casa da Moeda está fazendo licitação para fazer dinheiro, lá fora, nos EUA. Como então demite para economizar? 

O fato é que, covardemente, estão jogando nas costas dos trabalhadores a incompetência de um governo de bandidos. São 700 dias sem democracia plena no país, e nós, trabalhadores é que estamos pagando essa conta.

Os moedeiros se somam a mais de 13 milhões de desempregados, mais um recorde desse governo golpista e entreguista. 

Mas nós não podemos esmorecer. Não vamos desistir, assim como não desistimos e conseguimos voltar aos  nossos postos de trabalho.

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

A Casa da Moeda do Brasil (CMB) demitiu, por telegrama, 212 funcionários de diversas áreas que atuam na sede da empresa no Rio de Janeiro. A instituição é responsável pela impressão de cédulas de real e pela fabricação de moedas e de outros produtos como passaportes com chips e selos fiscais.

A empresa informou, por meio de nota, que a medida foi adotada "após diversas ações para a redução interna de custos operacionais, a redução expressiva das funções de confiança e o oferecimento de Plano de Desligamento Voluntário". "A CMB é uma empresa pública não dependente de recursos do Tesouro. A redução do quadro de empregados foi avaliada pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração como necessária para assegurar a sustentabilidade e a continuidade empresarial”, acrescenta o texto.

Em nota, o Sindicato Nacional dos Moedeiros (SNM) diz que as demissões fazem parte de um conjunto de decisões do governo e da gestão da Casa da Moeda do Brasil para privilegiar grupos privados. "O SNM não medirá esforços para reverter esse processo de demissão em massa, que é apenas uma das ações para levar ao processo de desmonte da Casa da Moeda do Brasil, assim como foi a produção de cédulas de R$ 2 e como está sendo a licitação para a fabricação de moedas."

De acordo com o sindicato, a medida, adotada na última sexta-feira (9), atingiu apenas servidores aposentados ou com tempo de serviço para dar entrada na aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e que entrará na Justiça para tentar reverter esse plano de demissão.

O vice-presidente do sindicato, Roni Oliveira, disse que as demissões não ocorreram dentro do Plano de Demissão Voluntária. O PDV da Casa da Moeda ficou aberto entre julho e novembro do ano passado e teve adesão de 333 servidores. Com as demissões da semana passada, a empresa conta atualmente com 2.150 funcionários.

Oliveira disse que, ainda esta semana, o sindicato vai entrar na Justiça Federal com um pedido de liminar para reverter esse quadro de demissões.

Segundo o sindicalista, para serem demitidos, os fundionários da Casa da Moeda teriam de passar por um processo administrativo. “O trabalhador não pode ser submetido a demissão imotivada”, disse.

História

A Casa da Moeda do Brasil foi fundada em 8 de março de 1694 pelo rei de Portugal D. Pedro II, com o objetivo de atender à demanda de fabricação de moedas no país.

Há 324 anos, a empresa pública é responsável pela produção do meio circulante brasileiro. O complexo industrial, localizado em Santa Cruz, na zona oeste do Rio é um dos maiores do gênero no mundo. No local, funcionam as três fábricas da empresa – de cédulas, de moedas e gráfica.

Edição: Juliana Andrade

Dra. NELEIDE esclarece o que é PENDENTE DE DECISÃO FINAL!